ANADEF na mídia Impresso/web

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Conjur divulga a situação da DPU-SP

Escrito por Deborah Delbart em .

Texto na íntegra:
DPU em São Paulo suspende atendimento ao público
Revista Conjur, 16 de Junho de 2012
 
Quem for à Defensoria Pública da União em São Paulo na segunda-feira (16/6) vai perder a viagem. Com os trabalhos prejudicados por falta de pessoal, o órgão vai interromper o atendimento ao público. A decisão foi tomada pela instância federal do órgão depois que o Defensor-Geral, Raman Tabosa, esteve na unidade paulista e constatou a impossibilidade de continuação do serviço com o número de servidores disponíveis atualmente. As informações são do portal R7.
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Revista Caros Amigos publica sobre a precariedade dos serviços da DPU-SP

Escrito por Deborah Delbart em .

Texto na íntegra:
Falta de funcionários dificulta atendimento à população
Por Alexandre Bazzan - Revista Caros Amigos

Quem chega cedo à Rua Fernando de Albuquerque consegue ver uma enorme fila que chega a dobrar esquina em dias mais movimentados. São pessoas com problemas na área previdenciária, trabalhista e cível, sendo que os primeiros valentes chegam às 5 da manhã para reservar seu lugar.
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Entrevista do presidente da Anadef para o jornal Correio Braziliense

Escrito por Deborah Delbart em .

Texto na íntegra:
Briga por remédio
Grasielle Castro- Correio Braziliense - DF
 
O SUS gastou no ano passado R$ 266 milhões para atender ações judiciais que o obrigam a bancar medicamentos ainda não distribuídos gratuitamente. Especialistas defendem maior agilidade para atualizar a lista
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"Defensores públicos em alerta" - Revista Veja

Escrito por Deborah Delbart em .

Os rumores palacianos de que o governo promoverá um corte de 50% das vagas do Projeto de Estruturação da Defensoria da União colocaram os defensores públicos federais em alerta. Eles reclamam da falta de pessoal e da demora do governo em nomear novos defensores — do último concurso, 150 aprovados aguardam sem data prevista para nomeação.
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Advogados públicos criticam desvalorização da carreira

em .

Por Pedro Canário
 
Associações e sindicatos representantes dos advogados públicos federais e dos defensores públicos da União farão uma manifestação, nesta quarta-feira (25/4), em defesa de “melhorias estruturais” de suas carreiras. Representantes da Advocacia-Geral da União, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, da Procuradoria-Geral do Banco Central e da Defensoria Pública da União vão à frente da sede da AGU, em Brasília, reivindicar melhores salários, condições de trabalho e equiparação junto às demais carreiras jurídicas públicas.
 
O movimento é encabeçado pela União dos Advogados Públicos Federais (Unafe), pelo Forvm Nacional da Advocacia Pública Federal, pela Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais (ANADEF) e pela Associação Nacional dos Advogados da União (Anauni). Entre outras reclamações, os manifestantes querem que seus salários sejam equiparados aos dos membros do Ministério Público Federal e aos de juízes e a “instituição de prerrogativas isonômicas àquelas existentes para magistrados e promotores”.
Em panfleto que será distribuído na manifestação, as entidades alegam que a Constituição Federal estabelece, “em pé de iguldade”, a AGU, a DPU e o Ministério Público como funções essenciais à Justiça, de acordo com o artigo. Diz o manifesto que a isonomia salarial entre os funcionários do Judiciário “evitaria o elevado índice de evasão e comprometimento da atividade de defesa da União e do atendimento aos hipossuficientes, além de sedimentar a paridade de armas no âmbito do processo”.
 
Segundo o diretor-geral da Unafe, Luis Carlos Palacios, há uma defasagem de cerca de 40% entre os salários da AGU e do Ministério Público Federal. Ele afirma que o salário inicial da AGU é de cerca de R$ 15 mil, enquanto o do MPF gira em torno de R$ 23 mil. Além disso, conta, a AGU tem sérios problemas estruturais, que vão desde a falta de carros para transportar procuradores para fazer carga de processo até falta de infraestrutura de informática.
 
Essa condição explicita uma desvalorização da advocacia pública federal, conforme diz o panfleto. “O quadro de desvalorização apontado tem feito com que haja grande evasão, prejudicando significativamente a defesa dos interesses públicos tutelados pela União e pelos hipossuficientes, uma vez que pelo menos 40% dos membros da AGU e DPU permanecem conciliando o trabalho com a preparação para concursos públicos e cerca de 40% dos aprovados nos últimos concursos da AGU e DPU sequer tomaram posse”.
 
Pedro Canário é repórter da revista Consultor Jurídico.
 
Fonte: Revista Consultor Jurídico, 24 de abril de 2012